Na matemática da felicidade, quanto mais multiplicarmos boas ações, mais felizes seremos. Não são por mera coincidência que as pessoas mais felizes são aquelas que elegem o esforço no bem por objeto de suas vidas. Um exemplo extraordinário dessa lei consequencial ou de retorno aconteceu com duas grandes personalidades mundiais.
“Um garoto nadava e, de repente, começa a se afogar. O filho do jardineiro de sua rica residência pula na água e salva o menino já desfalecido. O dono da casa quis recompensar o menino pelo feito, mas o jardineiro lhe respondeu que não se preocupasse, pois seu filho havia apenas cumprido o seu dever. Todavia, ante a insistência do patrão, o empregado lhe disse que o sonho de seu filho, desde criança, era ser médico. Imediatamente, foram tomadas as providências e foram oferecidas ao garoto todas as condições para que se graduasse em Medicina. O garoto em questão se chamava Alexandre Fleming (1881 – 1955), o descobridor da penicilina. Mas a história não termina aqui. O menino salvo era nada mais, nada menos, que o inglês Winston Churchill (1874 – 1965), o grande líder inglês, na luta pela liberdade contra a Alemanha Nazista. A Inglaterra tremeu quando Churchill ficou gravemente enfermo, acometido por uma séria pneumonia. Quem o atendeu foi o próprio Fleming, que o curou com a aplicação da penicilina. Após a recuperação, o chanceler inglês comentou, bem-humorado:
- Não é sempre que alguém tem a oportunidade de agradecer ao mesmo homem por haver lhe salvo a vida duas vezes!“
(…)Plantemos sementes de amor e bondade, sem nos preocuparmos com os resultados futuros. O beneficiado tem obrigação de ser grato, mas o benfeitor não tem o direito de esperar gratidão.
“A prática do bem é o amor em ação a exprimir-se no exercício da bondade.“
Richard Simonetti

Seguramente o efeito bumerangue existe.